Fique ligado na programação das apresentações dos TCC’s 2011 do curso de Jornalismo da FCAD – CEUNSP!

5 Dez

Inicia-se hoje às apresentações dos TCC’s do curso de Jornalismo da FCAD (Faculdade de Comunicação, Artes e Design) – CEUNSP.  Fiquem ligados na programação abaixo e aproveitem.

Nós do Blog Jornal de Proveta desejamos a todos os estudantes, sucesso em suas apresentações!

Conheça o Contraponto – Jornal laboratório da PUC/SP

1 Dez
Quando mais nos aprofundamos em nossas pesquisas de campo (sobre às boas práticas laboratoriais acadêmicas e jornalísticas), mais felizes ficamos, como “quase jornalistas”, principalmente em saber que estamos “bem na fita”. O que não faltam são boas referências acadêmicas que prezam, acima de tudo, pela necessidade da prática, enquanto estudantes, como forma prepará-los para o vasto e concorrido mercado de trabalho. Conheça,  a partir de agora, mais uma “obra laboratorial” feita pelos focas, desta vez, da PUC -SP.
O Contraponto é o jornal-laboratório  produzido pelos próprios alunos do curso de jornalismo da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes – FAFICLA – PUC/SP.
Além da sua versão impressa, cuja circulação gira em torno da faculdade e redondezas, gratuitamente – segundo informações retiradas do site da PUC/SP, o jornal também disponibiliza à sua versão online através do link http://revistas.pucsp.br/index.php/contraponto/index
Informações técnicas
Periodicidade: Mensal
Tiragem: 2.000
Fiquem a vontade e desfrutem de mais um material que poderá servir como referência para à realização do seu projeto laboratorial ou aperfeiçoamento dele.

“Sonhar mais um sonho….possível!”

26 Nov

“O leitor não é consumidor, mas cidadão. Jornalismo é serviço público, não espetáculo.” (Alberto Dines)

Esta frase me levou a uma profunda reflexão…afinal é uma verdade de esbofetear a cara de muito jornalista que tem o nariz empinado. Mas não dá para negar que o jornalismo é muito sedutor…em alguns momentos glamuroso…afinal nós [jornalistas] geralmente estamos onde a maioria da população não tem acesso, conversamos com políticos, celebridades, vamos aos bastidores, investigamos, levamos à luz casos que o cidadão comum sequer sonharia se não vissem na imprensa.

Mas antes de chegarmos lá todos os focas também sonham onde, como e quando farão parte deste mundo. Sonham com as coletivas, com uma exclusiva e também com um furo. Sonham tantas coisas que às vezes a imaginação voa e fica loooonge da realidade. Então vamos colar os pés no chão e conhecer um pouco da realidade desta profissão através do documentário “Notícias da Redação”, que contém depoimentos de mitos do jornalismo, e que para a nossa surpresa são antes de tudo leitores, gente como a gente: eu e você em um futuro (espero) próximo…

Entre no endereço abaixo e veja o documentário na íntegra:

http://oglobo.globo.com/tecnologia/documentario-mostra-bastidores-da-redacao-3222614

Conheça o “Comunicação”- jornal laboratório da UFPR

20 Nov

Em nossa longa “viagem ao mundo dos laboratórios universitários”, na busca das melhores práticas laboratoriais, também tivemos a oportunidade de conhecer o jornal laboratório “Comunicação”. Saiba um pouco mais, você também!

O Comunicação é uma publicação do curso de jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR), produzido por estudantes de jornalismo, nas disciplinas Laboratório de Jornalismo Impresso e Produção e edição, sob orientação do Professor e Chefe de reportagem Toni André Scharlau Vieira.


Segundo informações retiradas do site da UFPR , O Comunicação é um jornal feito PARA e COM a população, através de sugestões de pautas (jornalismo colaborativo), com enfoque em assuntos diversificados (social, cultural, lazer, política, esportes), entre outros.

Conheça agora mesmo a versão online e as edições anteriores do Jornal laboratório Comunicação através do link: http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/impressa

Falando nisso,

Já sabemos da necessidade de um laboratório prático na universidade, como forma de preparar o profissional de comunicação para o mercado atual, o qual está cada vez mais exigente. Mas penso que a maioria das universidades não se resumem apenas aos labortórios para produção de jornais impressos. A exemplo disso está a própria UFPF, que em seu portal, http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br, (O COMUNICAÇÃO ON-LINE), são expostos os trabalhos práticos desenvolvidos pelos alunos da Universidade no campo IMPRESSO, RADIOFÔNICO, TV e ON-LINE. que servem como mais um veículo de comunicação para a população, além de servirem como portifólio para os estudantes que os produzem.

Confira já: http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br

- Comunicação impresso;

- Rádio Comunicação

- TV Comunicação

- Comunicação On-line

- Galeria Comunicação

Fonte: http://www.ufpr.br/portal/

Conheça o (RRJ) Rudge Ramos – Jornal laboratório da Universidade Metodista de SP

16 Nov

Quando o assunto é compromisso social, prestação de serviços à comunidade, fazer com que a população se veja no jornal, colabore e denuncie, entre outras funções básicas de um Jornal Laboratório, o (RRJ) Rugge Ramos Jornal também não fica para trás. Já são mais de 30 anos de estrada, servindo como porta voz da comunidade de São Bernardo do Campo/SP  e redondezas.

Segundo informações divulgadas no site do RRJ ( http://www.metodista.br/), o jornal é produzido pelos alunos do curso de jornalismo com a participação de docentes em sua elaboração, sendo o seu principal objetivo, fazer com que esse orgão laboratorial sirva como dispositivos de aperfeiçoamento e consolidações de conhecimentos jornalísticos.


Conheça um pouco mais da história do RRJ

A sua distribuição é gratuita. Quando começou, em 1980, o jornal era mensal, com 8 páginas e apenas 3 mil exemplares. O veículo, que iniciou como atividade extracurricular, logo ganhou força e se tornou um dos principais produtos editoriais do curso de Jornalismo. Em 1981, o número de exemplares aumentou para 5 mil, passando para 7 mil em janeiro de 1982.

Hoje, o Rudge Ramos Jornal é produzido pelos alunos do curso de Jornalismo, possui uma tiragem semanal de 15 mil exemplares, com 8 páginas, sendo que a capa e a contracapa são coloridas e é distribuído gratuitamente em casas e estabelecimentos comerciais de Rudge Ramos e 20 bairros adjacentes da cidade de São Bernardo do Campo.

O reitor da Metodista reconhece a importância do veículo tanto para a comunidade como para a Universidade. “O RRJ caminhou junto com a Instituição. Ele tem contribuído para o sucesso da história da Metodista”, afirmou Davi Ferreira Barros. “Essa é uma área que nos traz uma parcela de orgulho. Temos alunos bem sucedidos e isso quer dizer que estamos no caminho certo.”

Veja a versão digital do RRJ:

https://asp-br.secure-zone.net/v2/index.jsp?id=2868/3075/2811&lng=pt_br – jornal Rudge Ramos – UMESP

Fonte: http://www.metodista.br

Produzindo seu portfólio

15 Nov

Você enviou milhões de currículos, fez muitos contatos, enfim, está fazendo tudo o que pode para conseguir o seu lugar ao sol no mercado de trabalho. Eis que se depara com uma exigência das empresas: o PORTFÓLIO. “Ora, estou começando, como esperam que eu tenha experiência?” – você vai dizer…e vamos responder – “a gente te dá uma mãozinha e mostra que mesmo que você não tenha muita experiência pode mostrar o seu potencial” – Quer ver?

Antes a definição da nossa querida Wiki para portifólio: “Um portfólioportefólioportifólio (ou ainda porta-fólio) é uma lista de trabalhos de um profissional ou empresa. O portfólio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfólio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não.”

Então, o primeiro passo é: reúna todo o material que VOCÊ produziu.Não vale inventar o que não fez, e em trabalhos em conjunto especifique qual foi exatamente a sua contribuição. Diferente do currículo, que muita gente dá uma “maquiada”, o portfólio tem que ser o mais honesto possível. Se você for pego na mentira carbonizou seu filme. E tenha certeza que esta é a última coisa que você vai querer. Comunicação é um mundinho pequeno, todos se conhecem e se você perder a credibilidade logo de cara vai ter dado um tiro no pé. Jornalismo deve ser sinônimo de credibilidade, construa a sua solidamente! Bom então voltando ao que interessa…o que vale no portfólio:

1) blog [muito importante, sempre pedem];

2) pasta com matérias publicadas [olha o JL salvando a lavoura aí genteeee!];

3) Currículo [credibilidade, hein!]. Criatividade é apreciada: http://cvgram.me/ ou http://zerply.com te ajudam a sair do lugar comum.

Agora é pôr a mão na massa! Sucesso é consequência de trabalho bem feito!!! ;)

Você conhece o conceito de JL?

15 Nov

É fato que sob o ponto de vista da necessidade prática, parece não haver dúvida da imprescindibilidade do JL para o aprendizado do estudante. Para isso, é fundamental a compreensão sobre o conceito do jornal laboratório, pois assim, entenderemos melhor sua importância, na prática, para estudantes e futuros jornalistas.

Veja as considerações de alguns pensadores e estudiosos da comunicação sobre o JL.

Dirceu Fernandes Lopes em seu livro Jornal Laboratório: do exercício escolar ao compromisso com o leitor, reforça a ideia citada acima ao dizer que o jornal laborátório dá condições ao estudante de treinar e executar todo o processo jornalístico. Segundo o autor, trata-se de um instrumento fundamental para o curso de jornalismo. “O jornal laboratório dá condições ao estudante de realizar treinamento na própria escola, possibilitando que coloque em execução, ainda que experimentalmente, os conhecimentos teóricos adquiridos nas disciplinas da área tecnico-profissionalizante. Integra os alunos na problemática  da futura profissão, tornando possível que obtenham uma visão global do processo jornalístico, não apenas no aspecto conceitual, mas também na prática do dia-a-dia das redações”. completa  Lopes.

A opinião de Lopes também é fundamentada por outros autores  e estudiosos da comunicação.

* O Prof. Francisco Gaudêncio Torquato do Rego,

que afirma que só se entende um sentido prático para o curso de jornalismo à luz de uma realidade instrumental, responsável pelos laboratórios de aprendizagem.

* Luiz Betrão,

que diz que o jornal laborátorio permite o exercício da capacitação e análise crítica dos fatos. Para ele, o jornal laboratório é um instrumento didático básico. “Sempre que usado apropriadamente, com um planejamento racional, que se transforma  no substituto da prática de treinamento nas redações. Permite que o aprendiz de jornalismo se exercite na capacitação e análise dos problemas de sua comunidade, de seu país e da civilização, fazendo-o descobrir qual dos aspectos e atividades da profissão o seduzem mais, completa Beltrão.

* Carlos Rizzini,

que fala das vantagens da publicação de um JL: “A publicação de um jornal transforma as aulas técnicas em profissionais; permite a aplicação dos conhecimentos hauridos nas demais aulas; classifica as tendências dos alunos oferecendo-lhes oportunidade para experimentá-las e conferi-las; cria e apura neles a responsabilidade, desenvolvendo-lhes a autocrítica e submete-a à censura dos companheiros, dos mestres e do público; familiariza-os com os problemas de organização e de administração, que enfeixam os de promoção, circulação e publicidade; desembaraça-os, pondo-os em contato com as rodas intelectuais, as classes dominantes e as personalidades do governo e da política, que são as fontes perenes de informação da imprensa, além de adestrar o aluno para empregar-se, conclui Rizzini.

Em 1982, de acordo com o boletim publicado pela agência Facos (Orgão Laboratorial da Faculdade de Comunicação de Santos), durante o VII Encontro de Jornalismo Regional sobre orgãos laboratoriais impressos, realizado na Faculdade de Comunicação de Santos e após dois dias de debates, definiu-se o conceito de jornal laboratório:

O jornal laboratório é uma veículo que deve ser feito a partir de conjunto de técnicas específicas para um público específico, com base em pesquisas sistemáticas em todos os âmbitos, o que inclui a experimentação constante de novas formas de linguagem, conteúdo e apresentação gráfica. Eventualmente, seu público pode ser interno, desde que não tenha caráter institucional.

Sabemos que sempre existiu uma consciência histórica sobre a necessidade dos laboratórios como espaços fundamentais para pesquisa, reprodução e prática jornalística, mas que, infelizmente, mesmo nos dias atuais, ainda temos muito a conquistar efetivamente.

Imagens: Internet

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.